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O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor. A carta percorre a gastronomia italiana com espargos sobre ricotta, escalope alla milanese, tártaro alla Veneziana e bruschetta de lardo di Colonnata. A pasta fresca convence à primeira garfada, tal como os ravioli de porco preto com ricotta e molho de tomate.
Não passa um mês que não tenha de lá ir comer uma fransesinha ! Por 2s pizzas medias, 1 pequena, alheira, pão de alho, sangria, 2 cafés e um chisqueique pagamos 35 euros. É aconselhando para quem não quer pagar muito dinheiro e comer. O atendimento é espetacular. Boa comida bom ambiente, casas de banho limpas, preço convidativo, otimo atendimento.
Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos.
A’paranza Tasca Italiana
Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. O que significa que tanto se podem comer umas ostras de Setúbal como uma burrata e vegetais no carvão, para começar, e um bife de espadarte com molho de manteiga e puré cremoso de aipo bola para acabar. Sandra observava, cortava cebola e, no final, limitava-se a levantar a mesa. Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização.
Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas. Luís Gaspar, chef a quem devemos ainda as cartas do Brilhante (mais caro) e o Pica-Pau (mais barato), merece um altar. Com carne de primeiríssima linha, cortes tentadores e uma maturação feita na casa, tudo o que chega à mesa é irrepreensível. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. Num ambiente de caos organizado, de Torre de Babel, é tudo servido com qualidade, eficiência e atenção, até para que nunca falte cerveja na mesa.
- As sopas de noodles, ou massas ensopadas, segundo reza o menu – nas versões com carne de vaca, porco, marisco picante e wonton de camarão –, são novas entradas.
- Acesso por 30 dias online com possibilidade de Download em PDF e Excel ®
- Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer.
- Por 2s pizzas medias, 1 pequena, alheira, pão de alho, sangria, 2 cafés e um chisqueique pagamos 35 euros.
- A quinta é linda, o serviço espetacular , muita variedade de entradas, bebidas e uma mesa de doces maravilhosa.
- Irmão mais descontraído do estrelado Grenache, este bistrô nos Anjos tem assinatura do chef Philippe Gelfi e aposta na comida de conforto, aplicando técnicas francesas a produtos portugueses.
Para dias como o casamento, é importante que nada falhe e que o serviço esteja à altura da ocasião. A ementa do copo-de-água é confecionada de acordo com as vossas necessidades e gostos próprios e a decoração é preparada ao mínimo detalhe. O Restaurante Cruzeiro de Fiães preocupa-se igualmente em oferecer um completo serviço de catering e decoração do evento.
Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias. A quinta é linda, o serviço espetacular , muita variedade de entradas, bebidas e uma mesa de doces maravilhosa. Comida muito bem confecionada e sobremesas saborosas. Ótimo atendimento, ambiente agradável e uma vista deslumbrante.
279 Clientes
Há desde coxinha de galinha e piscina santa maria da feira picanha fumada em pão de queijo a salada de polvo e chamuça. A proposta do chef Bruno Alves é criar pratos com influências que chegam de países asiáticos, africanos e americanos, ligados à história e cultura portuguesas. As plantas percorrem todo o espaço, tal e qual uma selva urbana, e há cadeiras e mesas com diferentes padrões, além de sofás de cores garridas. O projecto, idealizado pelo agente musical Rodrigo Balona, oferece um ambiente acolhedor, onde a direcção da cozinha cabe ao chef David da Conceição. Situado na Parede, o LaMusik combina de forma harmoniosa a gastronomia portuguesa de autor com uma programação musical intimista. Do Mex Factory ficou o ringue de boxe no meio da sala e especialidades como o guacamole, a tostada de atún e os churros com doce de leite.
Melhor escolha, a comida, os colaboradores, as decorações, a simpatia para com todos, estava tudo perfeito! Recomendo e desejo que tenham sempre muito sucesso em fazer dos dias especiais, um conto de fadas, como foi o nosso casamento 💒 O espaço é incrível e a equipa é mesmo 5 estrelas. Vim almoçar em família no Restaurante Cruzeiro no dia de Páscoa e a experiência foi simplesmente incrível. Lugar muito agradável para comer, pessoas amigáveis trabalhando lá Ambiente super aconchegante , atendimento excelente , Francesinha Top …
Que serviços oferece?
Significa “limpo” em sérvio – no fundo, limpo de preconceitos, à semelhança do chef. São 11 momentos e uma viagem pela história do Belcanto, uma mistura de delicadeza, consistência e imaginação. Com duas estrelas Michelin e lugar cativo no 50 Best, o Belcanto é uma experiência desde o momento em que se passa a ombreira da porta. É porventura o mais emblemático dos restaurantes com estrela Michelin no país e tudo se deve a José Avillez e à sua equipa perfeitamente alinhada.
Estando atentos às novas tendências da gastronomia, oferecemos experiências autênticas de sabores. Ao sentar-se a esta mesa queremos proporcionar-lhe uma experiência única através dos sabores e do conceito de uma longa vida! Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Com a cozinha ao centro, balcão ao redor, está tudo à vista neste elegante e discreto restaurante da chef, que aqui cruza sabores tradicionais portugueses, as suas memórias, com o gosto internacional. Num espaço que continua a cruzar o clássico com o contemporâneo, a interacção à mesa faz-se tanto com o serviço de sala como com a equipa da cozinha, incluindo o próprio André Cruz.
Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Depois de ter conquistado Cascais, onde hoje é uma instituição, o Confraria estendeu a sua cozinha japonesa a Lisboa, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. Este restaurante é um tesouro escondido na Colina de Sant'Ana, talhado por uma equipa cheia de talento.